Inesperado
O ultimo fecha a porta
De vez em quando, somos sobressaltados com situações completamente inesperadas.
Há uns anos foi a greve dos motoristas de combustíveis que fizeram as pessoas sobressaltarem-se na sua rotina.
Depois veio a moda dos ananases, um tontice de uma cadeia de supermercados e em Maio tivemos um apagão onde até hoje ainda não foi explicado de forma clara o que realmente aconteceu. Quando não há transparência, é porque há algo a esconder e dá azo a especulações e teorias da conspiração.
Nos últimos dias, temos visto os esforço de Donald Trump e do presidente da Ucrânia em ceder para ter paz com a Rússia. Porém, o ego perigoso e expansionista da tirania russa não dá concessões. Isso é muito negativo para os tempos que vivemos e para o que aí vem. O que aprendemos na história, vemos a acontecer me 2025.
Enquanto isso, por cá vivemos terríveis incêndios. Felizmente na minha zona não tivemos essa ameaça. Mais um ano, as mesmas tragédias. Verificamos a agravante de vermos o Primeiro Ministro, a deixar-se fotografar a banhos no Algarce, enquanto a casa de alguns portugueses ardiam porque o Estado falha: na prevenção, na ação e nas penas dos piromanos, dado que a maioria dos fogos é fogo posto. COitadinho do bêbado, da deprimida, do renegado.
Daqui a pouco temos as autárquicas, com mais uma vez os "dinossauros" a voltar a concorrer a algumas câmaras e com probabilidades de ganhar. Cá estaremos para ver.