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sardinhaSemlata

Um espaço de pensamento livre.

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20.05.20

Uma Líder E Um “Boy”... Qual A diferença?


Filipe Vaz Correia

  Meus caros amigos, aqui estou substituindo a nossa querida Sarin que regressará a alto mar na próxima semana. A Sardinha Sarin precisou de mergulhar um pedaço mais fundo para escapar a ondas agitadas que lhe cruzaram o caminho, mas segundo sei está já de regresso à superfície carregada de energia. Sendo assim ousei assumir a responsabilidade de vos escrever em seu lugar, sabendo bem a impossibilidade de tal missão. Mas enfim...     Deparei-me no dia de ontem com duas (...)
04.05.20

25 De Abril, 1º De Maio Ou 13 De Maio? Ainda Bem Que Existem Diferenças...


Filipe Vaz Correia

  Dia 13 de Maio, em Fátima, irão ser cumpridas as tradicionais cerimónias religiosas mas neste caso sem peregrinos, num recinto vazio, despido de gente, carregado de fé, de alma. A Ministra da Saúde deixou, nos últimos dias, a porta entreaberta para a realização desta cerimónia  com a presença, não de peregrinos, de celebrantes... Seja lá o que isso for. Certamente a Ministra julgou que estava a falar com os dirigentes da CGTP ou com os mestres de cerimónia do 25 de Abril (...)
27.04.20

Onde Pára “Quim” Jong Un?


Filipe Vaz Correia

    Onde pára Kim Jong Un? Esta é a pergunta que mais inquieta, neste momento, a alma Humana se não contabilizarmos a outra... Para quando uma vacina para a Covid-19? Voltemos ao "querido" Kim... Noticias inundam a imprensa nacional e internacional sobre o paradeiro de Kim Jong Un, o incontestado líder da Coreia do Norte. Antes de mais, deixar claro que sou um expert na política Norte Coreana, na sua vivência e conhecimento. Poucos, escassíssimos, conhecerão melhor a política (...)
07.04.20

Das Tolerâncias de Ponto até à Pirataria...


Robinson Kanes

Imagem: Robinson Kanes   O céu é de todos e este mundo de quem mais apanha. Raúl Brandão, in " A Farsa"   Com o desgaste provocado pelo vírus e pela apatia cerebral provocada pela Netflix, sobretudo na cabeça dos portugueses, começamos a regressar à normalidade e aos atropelos habituais de um certo Estado Democrático lá para os confins da Ibéria.   Começo pelas tolerâncias de ponto, esse tópico que sempre foi uma regalia para uns e uma miragem para outros. Pergunto-me (...)