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sardinhaSemlata

Um espaço de pensamento livre.

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17.01.22

Sporting: Um Poema De Amor


Filipe Vaz Correia

      Debaixo daquela janela; Com o rádio colado à orelha Debaixo daquela janela, Chorava, chorei...   Por momentos fui feliz; Noutros momentos desesperei Debaixo daquela janela, Tantas vezes gritei...   De desespero, de olhos fechados; Ajoelhado e de punhos cerrados Tantas e tantas vezes, Debaixo daquela janela...   Naquele quarto; Naquela vida Naqueles momentos que nunca mais voltam, Que nunca mais desaparecem...   Aquela criança: Aqueles sentimentos Aquela verdade, (...)
21.12.21

Boas Festas!


Ana Mestre

E estamos na semana do Natal, quem diria, ainda ontem era verão, hoje está um vento e chuva que nem se pode... Como o nosso querido Filipe já publicou, o meu post vai ser mais ou menos nessa linha, a data assim nos "impõe". Por mim, esta época já podia ter passado, mas como as coisas não são como eu quero, cá vai! Natal, o natal deveria ser todos os dias, este espírito de solidariedade e amor, deveria viver sempre  nos nossos corações. È pena que muitas pessoas só (...)
08.11.21

Pedaços De Mim


Filipe Vaz Correia

          Libertem-me das amarras; Soltem-me destes gritos que me perseguem Arranquem os grilhões que me aprisionam Apaguem as imagens que me atormentam Tirem dentro de mim os olhares despedaçados Os pedaços de gente esventrados As almas desalmadas Que enfim se encontravam perdidas Naquelas estradas Reféns do seu destino...   Pedaços de gente; Despedaçados...   Despedaçados; Pedaços de gente...   Caminhei sem parar; Olvidei sem olvidar Ousei continuar Deixando para trás O (...)
18.10.21

A Intrínseca Necessidade De Acreditar…


Filipe Vaz Correia

          Dias e noites ao frio, nesse gélido frio que corrompe a alma, cada parte dessa desalmada essência, essencial alma de uma vida. Porque escrever me preenche, me invade e deixa espaçadamente contraditório, num vai e vem caminhar de encontros desencontrados, desencontros encontrados, amores e desamores compassados na voz de Bethânia e na pena de Vinicius. Queria voar mais alto do que as nuvens, subir para lá do céu, buscar incessantemente as pedras preciosas que um dia (...)
25.08.21

Sombras e Poeiras


Filipe Vaz Correia

      Silêncio que se faz tarde; e em cada segundo o entardecer chega essa dor encarpada se aproxima numa mistura de espuma provocada pelas ondas salgadas desse mar...   Mar ou maresia; à luz do dia na penumbra da noite fingindo que sorria quando dentro de mim nada sobrevivia.   Em cada pegada na areia; a meus pés, se desvanecia o trilho de um destino esse querer sem tino outrora efervescente.   Nada sobrou para além da espuma das ondas; nada restou do que marcado ficara nada (...)