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sardinhaSemlata

Um espaço de pensamento livre.

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Um espaço de pensamento livre.

06.03.21

Caldeirada Com Todos... “Isabel Paulos”


sardinhaSemlata

          O país Não fazia ideia o que escrever quando recebi o gentil convite do Robinson Kanes. Como o país aparenta celebrara libertação dos piores dias da pandemia - apesar de Portugal ocupar o 9º lugar quanto a óbitos por milhão de habitantes –, e os portugueses regressam ao oásis usual, pensei pintar a nação das cores que a sinto. Logo reconsiderei por não querer afugentar clientela desta generosa casa. Decidi coibir-me das habituais diatribes à recusa (...)
27.02.21

Caldeirada Com Todos... “Ana Mestre”


sardinhaSemlata

            Nunca escrevi sobre este tema , não porque esteja esquecido, mas, porque embora não o queira esquecer é demasiado doloroso para lembrar. Esta história, um bocadinho da minha história, aconteceu há muitos anos. Eu tinha 9 anos, uma criança, em toda a abragência dessa palavra. Muito ligada á mãe e ao irmão. O pai era a figura paternal e a figura de autoridade, nunca precisou bater-me ou gritar comigo, abria os olhos e eu já não sabia onde me meter.  Recordo-m (...)
20.02.21

Caldeirada Com Todos... “Rute Justino”


sardinhaSemlata

          A Liberdade que ainda não temos! Só damos importância e valor aquilo que não temos, não é certo? Alguém alguma vez deu valor à liberdade? Foi preciso aparecer um vírus e haver recolher obrigatário para darmos valor a uma coisa que tínhamos dada como garantida. E que tal com este confinamento aprendermos a dar valor aos pequenos "grandes" detalhes? E que tal darmos valor ao ar que respiramos? E que tal darmos valor ao paladar, ao tacto, à visão? E que tal (...)
13.02.21

Caldeirada Com Todos... “Mariana Almorninho”


sardinhaSemlata

        Aceitei o desafio que me foi lançado pelo Filipe Vaz Correia com muita simpatia e amizade depois de tantos anos a acompanhar o caneca de letras e agora o sardinhas em lata. Apesar de não ter o dom da escrita, o mesmo dom que caracteriza os elementos deste blog, ganhei coragem e optei por recorrer a um grande poeta para traduzir algumas palavras e sentimentos neste espaço.   "Todas as cartas de amor são ridículas" (Álvaro de Campos)   Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.
30.01.21

Caldeirada Com Todos...”V”


Filipe Vaz Correia

            Eco   ​a) ​O Pêndulo de Foucault (1988), de Umberto Eco, conta a história de três amigos que tendo lido – e intelectualmente desprezado – muita literatura ocultista, estudos cabalísticos e teorias conspirativas, decidem por mero gozo e exercício da inteligência inventar “O Plano”. Acontece que esta ficção foi de tal forma bem construída, que outros adeptos de teorias da conspiração a levam a sério. “O Plano” passou a existir a partir do (...)