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sardinhaSemlata

Um espaço de pensamento livre.

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05.12.22

Capitalismo: 99% De Doentes e 1% De Imunizados…


Filipe Vaz Correia

        Por estes dias deparei-me com um estudo da Oxfam sobre a distribuição da riqueza mundial... Pasme-se o mais incrédulo quando os números vão na direcção de 1% da população mundial deter quase 80% da riqueza do globo. Parece inacreditável? Pois parece. Sendo assim fui à procura dos vários relatórios e notícias sobre este tema e fui encontrando em todos eles a mesma tendência: Seja 1% ou 10% detêm entre 60 a 80% da riqueza mundial. Parece certo este facto, assim (...)
07.11.22

Twitter: Um Perigo Chamado Musk…


Filipe Vaz Correia

        Elon Musk comprou, por entre estes dias, o Twitter, num assomo de poder e irreverência demonstrando "ad náusea" a sua dimensão e o seu atrevimento. Poucos dias após despediu cerca de 4000 pessoas por e-mail. Repito... Por e-mail. De salientar que um dos alvos de Mr. Musk foi o departamento dos Direitos Humanos, onde todos os seus funcionários foram despedidos. No mundo actual, entrelaçado pela correria do quotidiano e pelo deslumbramento em velocidade cruzeiro tenho de (...)
10.01.22

Não Tenho “Pachorra”…


Filipe Vaz Correia

        Sinceramente não tenho pachorra para negacionistas, tipos espertalhões que descobriram um chip na vacina ou desconfiam que esse preparo na seringa servirá para nos controlar a todos. Uns poderão dizer que estou a radicalizar ou que temos de convencer estas pessoas através do diálogo mas sinceramente não creio... Isto é basicamente a mesma coisa que discutir com terraplanistas, ou seja, impossível de partir de algum ponto em busca de entendimento quando o nível de (...)
19.10.20

Até Quando?


Filipe Vaz Correia

            Olho da janela de minha casa, depois de um almoço em família, para as copas de árvores que circundam a zona onde vivo... Nessa reflexão existe uma desesperançada esperança maior do que minha alma, centrada nesta mistura de incredulidade que vivemos. Uma incrédula viagem repleta de desconhecido, como esta frase faz mais sentido do que nunca, onde se perdem afectos, descobrimentos, humanos toques escondidos nesse medo pandémico. Com o ressurgir de novos (...)