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sardinhaSemlata

Um espaço de pensamento livre.

sardinhaSemlata

Um espaço de pensamento livre.

08.12.22

Gaivota


The Travellight World

Foto: Travellight | Murano, Itália   Gaivota que se preza tem de sentir as estrelas, analisar paraísos, conquistar múltiplos espaços. Gaivota que se preza precisa buscar perfeição. Importante é olhar de frente, em uma, em dez, cem mil vidas. — Fernão Capelo Gaivota, Richard Bach —
01.12.22

Cavalinho Branco


The Travellight World

Foto: Travellight | S. Lourenço do Barrocal, Alentejo   À tarde, o cavalinho branco está muito cansado: mas há um pedacinho do campo onde é sempre feriado. O cavalo sacode a crina loura e comprida e nas verdes ervas atira sua branca vida. Seu relincho estremece as raízes e ele ensina aos ventos a alegria de sentir livres seus movimentos. Trabalhou todo o dia, tanto! desde a madrugada! Descansa entre as flores, cavalinho branco, de crina dourada! — Cecília Meireles —
17.11.22

O Grito!


The Travellight World

  Foto: Travellight | Igreja de S. Vicente, Carcassonne, França   “O Grito” ‘Estava andando pela estrada com dois amigos O sol se pondo com um céu vermelho sangue Senti uma brisa de melancolia e parei Paralisado, morto de cansaço… … meus amigos continuaram andando - eu continuei parado tremendo de ansiedade, senti o tremendo Grito da natureza’   Edward Munch
03.11.22

Atravessa Esta Paisagem o Meu Sonho


The Travellight World

Foto: Travelight | Goa, Índia  Atravessa esta paisagem o meu sonho dum porto infinito E a cor das flores é transparente de as velas de grandes navios Que largam do cais arrastando nas águas por sombra Os vultos ao sol daquelas árvores antigas… O porto que sonho é sombrio e pálido E esta paisagem é cheia de sol deste lado… Mas no meu espírito o sol deste dia é porto sombrio E os navios que saem do porto são estas árvores ao sol… Liberto em duplo, abandonei-me da paisagem (...)
13.10.22

O Pássaro Cativo


The Travellight World

Foto: Travellight   Armas, num galho de árvore, o alçapão. E, em breve, uma avezinha descuidada, batendo as asas cai na escravidão. Dás-lhe então, por esplêndida morada, a gaiola dourada. Dás-lhe alpiste, e água fresca, e ovos, e tudo. Por que é que, tendo tudo, há de ficar o passarinho mudo, arrepiado e triste, sem cantar? É que, criança, os pássaros não falam. Só gorgeando a sua dor exalam, sem que os homens os possam entender. Se os pássaros falassem, talvez os teus (...)