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sardinhaSemlata

Um espaço de pensamento livre.

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13.09.21

Máscaras: O Primeiro Dia Do Resto Das Nossas Vidas…


Filipe Vaz Correia

          A partir desta Segunda-Feira deixará de ser obrigatório usar máscara na via pública, dando assim um toque de libertação ao nosso dia a dia. É apenas um sinal, um gigantesco sinal, mas que demonstra que virámos uma página, que supostamente o pior parece mesmo ter passado. Em espaços fechados ainda deverá ser obrigatório, e muito bem, no entanto passo a passo lá vamos construindo com segurança, fundamental a vacinação, esse futuro mais normal. Continuarei a (...)
01.09.21

Quem Me leva Os Meus Fantasmas?


Filipe Vaz Correia

          Encontrei, por acaso, este vídeo de um espetáculo de Maria Bethânia cantando um poema de Pedro Abrunhosa... "Quem me leva os meus fantasmas" A beleza da escrita de Abrunhosa, de uma qualidade quase inexplicável, entrelaçada com a voz e interpretação de Bethânia transporta-nos para uma realidade paralela onde apenas a sublime paixão artística serve de medida. Inigualável. Nunca é demais repetir e agradecer àqueles que nos brindam com a sua genialidade... Obri (...)
30.08.21

Guincho, Cataplana E Amigos… “Um Dia Inesquecível”


Filipe Vaz Correia

          Não sou grande admirador de praia ao Domingo, no entanto, a minha mulher resolveu me desafiar para irmos almoçar ao Guincho e passar a tarde na praia da Cresmina... Assim foi. E que dia... O mar tranquilo, não é normal para o local, a ausência de vento que tornou o dia mais extraordinário, a pouca presença de Seres Humanos que pincelava o quadro com outro tipo de encanto e a água gelada a confirmar que estávamos no Guincho, aquela porta aberta para o Oceano Atlântico. (...)
25.08.21

Sombras e Poeiras


Filipe Vaz Correia

      Silêncio que se faz tarde; e em cada segundo o entardecer chega essa dor encarpada se aproxima numa mistura de espuma provocada pelas ondas salgadas desse mar...   Mar ou maresia; à luz do dia na penumbra da noite fingindo que sorria quando dentro de mim nada sobrevivia.   Em cada pegada na areia; a meus pés, se desvanecia o trilho de um destino esse querer sem tino outrora efervescente.   Nada sobrou para além da espuma das ondas; nada restou do que marcado ficara nada (...)
23.08.21

Até Nunca Mais… “Amor Meu”


Filipe Vaz Correia

    Tenho cartas na mente; Nas noites em que estás ausente, Nos dias dormentes, Por entre, as dúvidas prementes, Desse adeus presente.   Um adeus que se imortaliza; Nunca desaparece, Sobra na penumbra dos medos, Pincelando os segredos, Que sempre nos pertencerão.   Mas os gritos calados; Surdos e mudos, Vão se tornando os muros, Autênticos murros, Desvanecendo a querença.   E assim fica mais ténue a dor; Essa espécie de ardor, Voando nas asas de um condor, Anunciando sem pudor, (...)