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sardinhaSemlata

Um espaço de pensamento livre.

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04.02.24

Virado ao contrário


O ultimo fecha a porta

Neste momento, em que começo na escrever, passam nas televisões imagens de extrema violência no futebol, aliadas à ausência das autoridades policiais.

Que pontaria: falham um jogo de futebol dos três grandes e logo a um sábado! Pagam mais uma vez os inocentes que foram com as suas famílias ver um jogo de futebol e assistiram a mais um episódio de hooliganismo, com agressões e vandalismo. Haverá consequências? Ou por não haver famosos, não chamam as Tânias Laranjos para transmitir em direto?

 

A semana ficou marcada por três casos de Justiça: as detenções de membros dos SuperDragões, as detenções de governantes e empresários da Madeira uma criança que foi sodomizada em Vimioso.

No primeiro caso, os crimes são muito graves e acho que não surpreendem ninguém. O choque intensificou-se com a intimidação ao candidato André Villas Boas à presidência do FC Porto, com recurso a ameaças e à violência (até ao seu segurança que roubaram e espancaram). O medo que denunciam e instalam transformaram um clube de uma cidade no clube dominado por uma claque. E quando se começa a falar na atividade de compra e venda de bilhetes, mais se descobre.

 

No segundo caso, com muita lentidão e show off da Justiça, também não surpreende. Já há muito que se ouvia nos bastidores as manipulações urbanísticas e de concursos públicos. E acho que é daqueles casos em que quando se puxa o cordel, vêm mais e mais falcatruas. Oxalá esteja enganado.

 

No Vimioso, um caso de bullying e agressão sexual a uma criança de ... 11 anos. O irmão era um dos agressores e foi presenciado por uma adulta, funcionária, que nada fez. As razões só ela sabe. Medo? Inércia? Diversão? Fez-me confusão o silêncio da direção da escola, numa espécie de normalização do comportamento, quando deveria ter condenado publicamente, até para prevenir situações futuras.

 

Socialmente, as coisas continuam agressivas em Portugal: muitas greves, nível de vida caro, agora são os agricultores a contestar com o Governo a correr a dar milhões. Isto a somar aos professores, enfermeiros, aos motoristas de combustíveis e à polícia.

Parece um país virado ao contrário.

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